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    <title>Elefante na sala</title>
    <description>Elefante na Sala é o podcast da Editora Elefante. A partir de 30 de abril de 2026, está no ar a temporada &apos;bell hooks e o Brasil&apos;, todas as quintas-feiras no seu feed.
Saiba mais em: editoraelefante.com.br</description>
    <copyright>Editora Elefante</copyright>
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    <pubDate>Thu, 14 May 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
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      <title>#03 Uma jurista negra, com Maria Angélica dos Santos</title>
      <description><![CDATA[O terceiro episódio da temporada 'bell hooks e o Brasil' conversa com Maria Angélica dos Santos, doutora em Direito pela UFMG com a tese, que virou livro, intitulada 'E eu não sou uma jurista? Reflexões de uma jurista negra sobre direito, ensino jurídico e sistema de justiça'. No papo, tratamos da influência de bell hooks na hora de pensar novas formas do ensino do Direito e, claro, da prática da profissão. Maria Angélica, que é professora adjunta de Direito na Universidade Federal de Viçosa, também escreveu 'O lado negro do empreendedorismo - afroempreendedorismo e black money', 'Tributação e raça' e 'Aláfia. Caminhos Abertos'. A entrevista transcrita fica disponível em nosso site, na seção podcast. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
atualizações: http://editoraelefante.com.br

 

 
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      <pubDate>Thu, 14 May 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <title>#02 Autobiografias femininas, com Jussane Pavan</title>
      <description><![CDATA[O segundo episódio da temporada 'bell hooks e o Brasil' conversa com Jussane Pavan, cujo doutorado em Letras na Universidade Mackenzie apresentou a tese 'A experiência do eu nas obras autobiográficas de Bell Hooks: Bone Black e Wounds of Passion'. Esses dois livros citados estão na nossa fila de tradução e preparação, e chegarão em breve ao catálogo da Elefante. Ambos são livros de memórias do início da vida de bell hooks. A entrevista transcrita fica disponível em nosso site, na seção podcast. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
atualizações: http://editoraelefante.com.br

 

 
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      <pubDate>Thu, 7 May 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <title>#01 Música afrodiaspórica, com Rafael de Queiroz</title>
      <description><![CDATA[O primeiro episódio da temporada 'bell hooks e o Brasil' conversa com Rafael de Queiroz, radialista e doutor em comunicação pela UFPE com a tese 'Fogo nos Racistas: Epistemologias negras para ler, ver e ouvir a música afrodiaspórica'. Na entrevista, ele fala da influência da autora na forma de olhar para a crítica cultural, representada em seu trabalho que analisa videoclipes de artistas brasileiros como Emicida e Rincon Sapiência. "bell hooks me ensinou a ser um intelectual negro". A entrevista transcrita fica disponível em nosso site, na seção podcast. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <title>Teaser: bell hooks e o Brasil</title>
      <description><![CDATA[Chegou a nova temporada do Elefante na Sala! Dessa vez vamos tratar do nome com mais títulos aqui na nossa estante: 'bell hooks e o Brasil' é a nova série que vai conversar com pesquisadoras e pesquisadores que trabalham os textos de hooks em diversas áreas, como a educação, a música, a imagem, a literatura, entre outros campos. Papos que, claro, partem de uma perspectiva de classe, de raça e de gênero, na veia crítica tão marcante da autora. No seu feed às quintas-feiras a partir de 30 de abril. Até já.  Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
atualizações: http://editoraelefante.com.br

 

 
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      <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <title>#15 Larissa Bombardi — Agrotóxicos e colonialismo químico</title>
      <description><![CDATA[O episódio 15 das conversas com autores fala com Larissa Mies Bombardi, de 'Agrotóxicos e colonialismo químico'. Os agrotóxicos atingem com muito mais força mulheres, crianças, indígenas e camponeses que vivem no entorno dos cultivos de commodities, mas fazem parte do dia a dia de toda a população, já que estão presentes na água e na alimentação de cada vez mais pessoas. O Brasil é o maior consumidor mundial dessas substâncias, com mais de 700 mil toneladas por ano. Este livro compila dados alarmantes que nos permitem começar a compreender a gravidade do problema representado pelo uso massivo de herbicidas, pesticidas e fungicidas para a saúde humana e para o meio ambiente, uma consequência direta da globalização da agricultura, da concentração fundiária brasileira e da onipresença do agronegócio no país. Da leitura, emerge a certeza de que produção agrícola deixou de ser sinônimo de produção de alimentos, e que a saída está na agroecologia. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <itunes:subtitle>O episódio 15 das conversas com autores fala com Larissa Mies Bombardi, de &apos;Agrotóxicos e colonialismo químico&apos;. Os agrotóxicos atingem com muito mais força mulheres, crianças, indígenas e camponeses que vivem no entorno dos cultivos de commodities, mas fazem parte do dia a dia de toda a população, já que estão presentes na água e na alimentação de cada vez mais pessoas. O Brasil é o maior consumidor mundial dessas substâncias, com mais de 700 mil toneladas por ano. Este livro compila dados alarmantes que nos permitem começar a compreender a gravidade do problema representado pelo uso massivo de herbicidas, pesticidas e fungicidas para a saúde humana e para o meio ambiente, uma consequência direta da globalização da agricultura, da concentração fundiária brasileira e da onipresença do agronegócio no país. Da leitura, emerge a certeza de que produção agrícola deixou de ser sinônimo de produção de alimentos, e que a saída está na agroecologia.</itunes:subtitle>
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      <title>#14 Beatriz Perrone-Moisés — Festa e guerra</title>
      <description><![CDATA[O episódio 14 das conversas com autores fala com Beatriz Perrone-Moisés, de 'Festa e guerra: movimentos coletivos dos povos nativos da América'. A partir da definição de “política” como “arte de operar coletivos”, Beatriz Perrone-Moisés propõe neste ensaio que “festa” e “guerra” são o par conceitual fundamental da filosofia política dos povos nativos da América. O primeiro termo abarca movimentos de conjunção; o segundo, de oposição. Mas o sentido de ambos e suas relações se afastam bastante do que poderíamos supor a partir da tradição ocidental. Exemplos de norte a sul do continente, registrados desde o início da invasão europeia e vivos no século XXI, apresentam uma ética relacional nativa radicalmente diferente da nossa, operando numa rede que interliga todos os seres do mundo, da qual os humanos são mera parte. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
      <link>https://editoraelefante.com.br/podcast</link>
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      <title>#13 Felipe Milanez — Lutar com a floresta</title>
      <description><![CDATA[O episódio 13 das conversas com autores recebe Felipe Milanez, autor de 'Lutar com a floresta: uma ecologia política do martírio em defesa da Amazônia'. Zé Cláudio e Maria foram assassinados em 2011, enquanto se deslocavam de moto por uma estrada vicinal nas redondezas do Projeto Agroextrativista Praialta-Piranheira, em Nova Ipixuna, no Pará. Um crime exaustivamente anunciado, não apenas pelo consórcio de madeireiros, carvoeiros, pecuaristas e fazendeiros descontente com a atuação do casal em defesa da natureza, mas pelas próprias vítimas, que em inúmeras ocasiões denunciaram a iminência da própria morte. Todos os níveis do poder público atuante na localidade sabiam das ameaças sofridas por Zé Cláudio e Maria, que ao longo dos anos tiveram o trabalho de sistematizar informações e notificar as autoridades sobre as violações das leis ambientais e fundiárias cometidas na terra onde moravam — e que defendiam. Até mesmo a ministra do Meio Ambiente naquele então, Marina Silva, havia sido alertada, em carta, pela dupla. Ao Estado não faltaram oportunidades de agir — o que, lamentavelmente, só aconteceu depois que as ameaças se concretizaram em tiros de espingarda cartucheira, durante uma emboscada. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <itunes:subtitle>O episódio 13 das conversas com autores recebe Felipe Milanez, autor de &apos;Lutar com a floresta: uma ecologia política do martírio em defesa da Amazônia&apos;. Zé Cláudio e Maria foram assassinados em 2011, enquanto se deslocavam de moto por uma estrada vicinal nas redondezas do Projeto Agroextrativista Praialta-Piranheira, em Nova Ipixuna, no Pará. Um crime exaustivamente anunciado, não apenas pelo consórcio de madeireiros, carvoeiros, pecuaristas e fazendeiros descontente com a atuação do casal em defesa da natureza, mas pelas próprias vítimas, que em inúmeras ocasiões denunciaram a iminência da própria morte. Todos os níveis do poder público atuante na localidade sabiam das ameaças sofridas por Zé Cláudio e Maria, que ao longo dos anos tiveram o trabalho de sistematizar informações e notificar as autoridades sobre as violações das leis ambientais e fundiárias cometidas na terra onde moravam — e que defendiam. Até mesmo a ministra do Meio Ambiente naquele então, Marina Silva, havia sido alertada, em carta, pela dupla. Ao Estado não faltaram oportunidades de agir — o que, lamentavelmente, só aconteceu depois que as ameaças se concretizaram em tiros de espingarda cartucheira, durante uma emboscada.</itunes:subtitle>
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      <title>#12 Rosenilton Silva de Oliveira - A cor da fé</title>
      <description><![CDATA[O episódio #12 das conversas com autores é com Rosenilton Silva de Oliveira, autor de 'A cor da fé: 'identidade negra' e religião'. Com o objetivo de analisar de que modo as lideranças religiosas inserem o debate racial em suas comunidades, A cor da fé mostra como as chamadas religiões de matriz africana, os católicos e os evangélicos elaboram, dentro e fora de seus espaços de culto, a noção de “identidade negra”, e como a utilizam para disputar a legitimidade de contar a história do povo negro no Brasil e para postular políticas públicas que beneficiem a população negra. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 6 Nov 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <itunes:subtitle>O episódio #12 das conversas com autores é com Rosenilton Silva de Oliveira, autor de &apos;A cor da fé: &apos;identidade negra&apos; e religião&apos;. Com o objetivo de analisar de que modo as lideranças religiosas inserem o debate racial em suas comunidades, A cor da fé mostra como as chamadas religiões de matriz africana, os católicos e os evangélicos elaboram, dentro e fora de seus espaços de culto, a noção de “identidade negra”, e como a utilizam para disputar a legitimidade de contar a história do povo negro no Brasil e para postular políticas públicas que beneficiem a população negra.</itunes:subtitle>
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      <title>#11 Gabriel Zacarias — Crítica do espetáculo</title>
      <description><![CDATA[O episódio 11 das conversas com autores fala com Gabriel Zacarias, autor de 'Crítica do espetáculo: o pensamento radical de Guy Debord'. Aqui na Elefante também publicou 'No espelho do terror: jihad e o espetáculo', e é um dos autores de 'Capitalismo em quarentena: notas sobre a crise global'. Esse último livro citado, inclusive, inaugurou a coleção Crise e Crítica, onde Gabriel é curador. Em 'Crítica do espetáculo', o autor retoma as origens da teoria do pensador francês, a fim de reencontrar sua radicalidade, propondo uma mirada crítica da representação. Uma das vozes mais importantes na compreensão do legado crítico da Internacional Situacionista, Zacarias traz uma análise completa e atual do pensamento de Guy Debord. Apresenta primeiramente um estudo detalhado dos dois principais trabalhos teóricos do autor e suas relações com a filosofia de Hegel e de Marx. A obra maior de Debord, A sociedade do espetáculo (1967), é aqui destrinchada e revelada em sua complexidade, tornando-se, ao mesmo tempo, mais acessível. Sua obra tardia, Comentários sobre a sociedade do espetáculo (1988), raramente discutida, recebe estudo atento e aparece como ponto de inflexão importante no pensamento do autor. A teoria de Debord é também contextualizada em sua época, com diálogos com outros autores (como Henri Lefebvre, Herbert Marcuse e Joseph Gabel) sendo estabelecidos através de uma ampla pesquisa documental. Por fim, Gabriel Ferreira Zacarias propõe uma reflexão sobre a teoria em nosso tempo, pensando sobre a “atualidade radical” do pensamento de Guy Debord. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 30 Oct 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <title>#10 Lucila Losito — Mulheres de terra e água</title>
      <description><![CDATA[O décimo episódio das conversas com autores traz Lucila Losito, organizadora de 'Mulheres de terra e água'. O livro nos apresenta e nos oferece uma série de depoimentos de mulheres de diversas regiões, etnias e matizes — mulheres quilombolas, ribeirinhas, indígenas, ativistas. São parteiras, tecelãs, benzedeiras, cozinheiras, plantadeiras, artesãs, artistas, mestres dos cantos e das danças, senhoras da vida, da cura e da devoção, portadoras de técnicas centenárias de fazeres e labores. Mais velhas e mais novas, mães, filhas, avós. Senhoras do corpo, senhoras do bem, senhoras da voz. No relato de suas experiências vividas se entrecruzam inúmeras atividades e diversos ofícios que exercem em suas comunidades, nos quais cumprem um efetivo papel de liderança, executando funções imemoriais, irradiando conhecimentos. No ressoo de suas vozes, no plantio das terras, na defesa de suas tradições e territórios, de seu patrimônio material e imaterial, na resistência às invasões e apropriações indevidas, na preservação de sua cultura e bens simbólicos, no papel professoral de difusão, domínio e passagem dos saberes capturamos a nobreza e extensão de suas labutas cotidianas. Acompanhamos seus sobressaltos, suas lutas e insurgências, assim como suas ações, conquistas e sua resiliência. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 23 Oct 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <itunes:summary>O décimo episódio das conversas com autores traz Lucila Losito, organizadora de &apos;Mulheres de terra e água&apos;. O livro nos apresenta e nos oferece uma série de depoimentos de mulheres de diversas regiões, etnias e matizes — mulheres quilombolas, ribeirinhas, indígenas, ativistas. São parteiras, tecelãs, benzedeiras, cozinheiras, plantadeiras, artesãs, artistas, mestres dos cantos e das danças, senhoras da vida, da cura e da devoção, portadoras de técnicas centenárias de fazeres e labores. Mais velhas e mais novas, mães, filhas, avós. Senhoras do corpo, senhoras do bem, senhoras da voz. No relato de suas experiências vividas se entrecruzam inúmeras atividades e diversos ofícios que exercem em suas comunidades, nos quais cumprem um efetivo papel de liderança, executando funções imemoriais, irradiando conhecimentos. No ressoo de suas vozes, no plantio das terras, na defesa de suas tradições e territórios, de seu patrimônio material e imaterial, na resistência às invasões e apropriações indevidas, na preservação de sua cultura e bens simbólicos, no papel professoral de difusão, domínio e passagem dos saberes capturamos a nobreza e extensão de suas labutas cotidianas. Acompanhamos seus sobressaltos, suas lutas e insurgências, assim como suas ações, conquistas e sua resiliência.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O décimo episódio das conversas com autores traz Lucila Losito, organizadora de &apos;Mulheres de terra e água&apos;. O livro nos apresenta e nos oferece uma série de depoimentos de mulheres de diversas regiões, etnias e matizes — mulheres quilombolas, ribeirinhas, indígenas, ativistas. São parteiras, tecelãs, benzedeiras, cozinheiras, plantadeiras, artesãs, artistas, mestres dos cantos e das danças, senhoras da vida, da cura e da devoção, portadoras de técnicas centenárias de fazeres e labores. Mais velhas e mais novas, mães, filhas, avós. Senhoras do corpo, senhoras do bem, senhoras da voz. No relato de suas experiências vividas se entrecruzam inúmeras atividades e diversos ofícios que exercem em suas comunidades, nos quais cumprem um efetivo papel de liderança, executando funções imemoriais, irradiando conhecimentos. No ressoo de suas vozes, no plantio das terras, na defesa de suas tradições e territórios, de seu patrimônio material e imaterial, na resistência às invasões e apropriações indevidas, na preservação de sua cultura e bens simbólicos, no papel professoral de difusão, domínio e passagem dos saberes capturamos a nobreza e extensão de suas labutas cotidianas. Acompanhamos seus sobressaltos, suas lutas e insurgências, assim como suas ações, conquistas e sua resiliência.</itunes:subtitle>
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      <title>#09 Jr. Bellé — Retorno ao ventre</title>
      <description><![CDATA[O nono episódio das conversas com autores traz Jr. Bellé, autor de Retorno ao ventre. No leito de um hospital em Curitiba, Tia Pedrolina desperta de sua longa noite de Alzheimer e faz uma revelação a seu sobrinho. Suas palavras o lançam numa jornada pela história oculta da família. Misturando memória, pesquisa documental e poesia, Retorno ao ventre investiga um acontecimento histórico brutal e pouco conhecido, que mudou os destinos de sua família e de sua terra natal: a primeira expedição militar da República do Brasil ao sudoeste do Paraná, coração do território Kaingang, no início do século XX. À frente dos militares está seu bisavô, um renomado bugreiro alemão. No meio do caminho, sua bisavó, uma criança indígena. Visto pelo Estado como um lugar misterioso, distante e selvagem, um grande vazio demográfico no meio da maior floresta de araucária do mundo, o sudoeste do Paraná estava, na verdade, repleto de povos, de vida e de cultura. A “marcha para o oeste”, um dos mais violentos processos de colonização interna do país, não desejava apenas ocupar terras indígenas e sobre elas construir cidades e fazendas; no caso paranaense, desejava ocultar o legado originário, reescrevendo a história do estado como uma terra erigida por pioneiros brancos e descendentes de europeus. Aos povos indígenas do Sul é imposta toda sorte de invisibilidade. Este livro de poesia investiga uma memória familiar que se confunde com a própria história invisibilizada do Paraná. Por respeito e admiração aos protagonistas deste longo poema, desta epopeia coletiva, Retorno ao ventre foi escrito em português e traduzido integralmente ao idioma kaingang. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
atualizações: http://editoraelefante.com.br

 

 
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
      <link>https://editoraelefante.com.br/podcast</link>
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      <itunes:subtitle>O nono episódio das conversas com autores traz Jr. Bellé, autor de Retorno ao ventre. No leito de um hospital em Curitiba, Tia Pedrolina desperta de sua longa noite de Alzheimer e faz uma revelação a seu sobrinho. Suas palavras o lançam numa jornada pela história oculta da família. Misturando memória, pesquisa documental e poesia, Retorno ao ventre investiga um acontecimento histórico brutal e pouco conhecido, que mudou os destinos de sua família e de sua terra natal: a primeira expedição militar da República do Brasil ao sudoeste do Paraná, coração do território Kaingang, no início do século XX. À frente dos militares está seu bisavô, um renomado bugreiro alemão. No meio do caminho, sua bisavó, uma criança indígena. Visto pelo Estado como um lugar misterioso, distante e selvagem, um grande vazio demográfico no meio da maior floresta de araucária do mundo, o sudoeste do Paraná estava, na verdade, repleto de povos, de vida e de cultura. A “marcha para o oeste”, um dos mais violentos processos de colonização interna do país, não desejava apenas ocupar terras indígenas e sobre elas construir cidades e fazendas; no caso paranaense, desejava ocultar o legado originário, reescrevendo a história do estado como uma terra erigida por pioneiros brancos e descendentes de europeus. Aos povos indígenas do Sul é imposta toda sorte de invisibilidade. Este livro de poesia investiga uma memória familiar que se confunde com a própria história invisibilizada do Paraná. Por respeito e admiração aos protagonistas deste longo poema, desta epopeia coletiva, Retorno ao ventre foi escrito em português e traduzido integralmente ao idioma kaingang.</itunes:subtitle>
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      <title>#05 Uma bomba é uma bomba, é uma bomba</title>
      <description><![CDATA[Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. Este quinto e último programa traz a leitura da primeira parte do posfácio do livro, um texto escrito por Paulo Arantes. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
atualizações: http://editoraelefante.com.br

 

 
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      <pubDate>Wed, 6 Aug 2025 05:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <itunes:summary>Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. Este quinto e último programa traz a leitura da primeira parte do posfácio do livro, um texto escrito por Paulo Arantes.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. Este quinto e último programa traz a leitura da primeira parte do posfácio do livro, um texto escrito por Paulo Arantes.</itunes:subtitle>
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      <title>#04 Os mortos</title>
      <description><![CDATA[Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. O convidado deste episódio quatro é Marildo Menegat, doutor em Filosofia pela UFRJ, onde é professor, e que trabalha temas como crítica da economia política da barbárie, militarização do cotidiano e crítica da cultura.  Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
atualizações: http://editoraelefante.com.br

 

 
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      <pubDate>Thu, 31 Jul 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <itunes:subtitle>Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. O convidado deste episódio quatro é Marildo Menegat, doutor em Filosofia pela UFRJ, onde é professor, e que trabalha temas como crítica da economia política da barbárie, militarização do cotidiano e crítica da cultura. </itunes:subtitle>
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      <title>#03 Para além dos limites da consciência</title>
      <description><![CDATA[<p>O Elefante na Sala, podcast da Editora Elefante, chega à sua segunda temporada neste julho de 2025 tratando de Hiroshima. A partir do lançamento de Hiroshima está em toda parte, de Günther Anders, e da efeméride dos 80 anos dos ataques com as bombas atômicas, são cinco episódios com leituras de trechos dos textos do filósofo alemão e também conversas com gente de diversas áreas cujo pensamento passa por esses temas hoje – a guerra, a autodestruição, a barbárie, a violência, o capital. Episódios no ar às quintas-feiras, nos principais tocadores e também no Youtube. Acesse nosso <a href="https://editoraelefante.com.br/">site</a> para esse e outros conteúdos e assine nossa newsletter para ser lembrado dos próximos episódios. E se gostar, não esqueça de recomendar, seja o algoritmo contra-hegemônico que precisamos e ajude a circular este e outros conteúdos!</p>
<p><p>Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas atualizações: http://editoraelefante.com.br</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 24 Jul 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <itunes:subtitle>Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. O convidado deste episódio três é Felipe Catalani, doutor em Filosofia pela USP e que fez a revisão técnica do livro.</itunes:subtitle>
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      <title>#02 O homem sobre a ponte</title>
      <description><![CDATA[<p>O Elefante na Sala, podcast da Editora Elefante, chega à sua segunda temporada neste julho de 2025 tratando de Hiroshima. A partir do lançamento de Hiroshima está em toda parte, de Günther Anders, e da efeméride dos 80 anos dos ataques com as bombas atômicas, são cinco episódios com leituras de trechos dos textos do filósofo alemão e também conversas com gente de diversas áreas cujo pensamento passa por esses temas hoje – a guerra, a autodestruição, a barbárie, a violência, o capital. Episódios no ar às quintas-feiras, nos principais tocadores e também no Youtube. Acesse nosso <a href="https://editoraelefante.com.br/">site</a> para esse e outros conteúdos e assine nossa newsletter para ser lembrado dos próximos episódios. E se gostar, não esqueça de recomendar, seja o algoritmo contra-hegemônico que precisamos e ajude a circular este e outros conteúdos!</p>
<p><p>Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas atualizações: http://editoraelefante.com.br</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 17 Jul 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <itunes:summary>Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. O convidado deste episódio dois é Manoel Ricardo de Lima, professor nas Letras e na Memória Social, além de escritor com trabalho muito atento e próximo ao tema da guerra.
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      <itunes:subtitle>Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. O convidado deste episódio dois é Manoel Ricardo de Lima, professor nas Letras e na Memória Social, além de escritor com trabalho muito atento e próximo ao tema da guerra.
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      <title>#01 Hiroshima está em toda parte</title>
      <description><![CDATA[<p>O Elefante na Sala, podcast da Editora Elefante, chega à sua segunda temporada neste julho de 2025 tratando de Hiroshima. A partir do lançamento de Hiroshima está em toda parte, de Günther Anders, e da efeméride dos 80 anos dos ataques com as bombas atômicas, são cinco episódios com leituras de trechos dos textos do filósofo alemão e também conversas com gente de diversas áreas cujo pensamento passa por esses temas hoje – a guerra, a autodestruição, a barbárie, a violência, o capital. Episódios no ar às quintas-feiras, nos principais tocadores e também no Youtube. Acesse nosso <a href="https://editoraelefante.com.br/">site</a> para esse e outros conteúdos e assine nossa newsletter para ser lembrado dos próximos episódios. E se gostar, não esqueça de recomendar, seja o algoritmo contra-hegemônico que precisamos e ajude a circular este e outros conteúdos!</p>
<p><p>Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas atualizações: http://editoraelefante.com.br</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
      <link>https://editoraelefante.com.br/podcast</link>
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      <itunes:author>Editora Elefante</itunes:author>
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      <itunes:summary>Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. A convidada deste episódio de número um é Cristiane Izumi Nakagawa, psicóloga social e psicanalista com intenso trabalho a respeito dos sobreviventes dos ataques nucleares que estão completando 80 anos.
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      <itunes:subtitle>Hiroshima está em toda parte é um compilado de três livros escritos por Günther Anders entre 1958 e 1964, lançado aqui pela Elefante neste 2025 e tema desta segunda temporada do nosso podcast, um Especial Hiroshima, em cinco episódios. A convidada deste episódio de número um é Cristiane Izumi Nakagawa, psicóloga social e psicanalista com intenso trabalho a respeito dos sobreviventes dos ataques nucleares que estão completando 80 anos.
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      <title>Teaser T2: Especial Hiroshima</title>
      <description><![CDATA[<p>O Elefante na Sala, podcast da Editora Elefante, chega à sua segunda temporada neste julho de 2025 tratando de Hiroshima. A partir do lançamento de Hiroshima está em toda parte, de Günther Anders, e da efeméride dos 80 anos dos ataques com as bombas atômicas, são cinco episódios com leituras de trechos dos textos do filósofo alemão e também conversas com gente de diversas áreas cujo pensamento passa por esses temas hoje – a guerra, a autodestruição, a barbárie, a violência, o capital. Episódios no ar às quintas-feiras, nos principais tocadores e também no Youtube. Acesse nosso <a href="https://editoraelefante.com.br/">site</a> para esse e outros conteúdos e assine nossa newsletter para ser lembrado dos próximos episódios. E se gostar, não esqueça de recomendar, seja o algoritmo contra-hegemônico que precisamos e ajude a circular este e outros conteúdos!</p>
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      <pubDate>Thu, 3 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
      <link>https://editoraelefante.com.br/podcast</link>
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      <itunes:author>Editora Elefante</itunes:author>
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      <itunes:summary>Especial Hiroshima é a segunda temporada do nosso podcast, a partir do lançamento de Hiroshima está em toda parte, livro de Günther Anders. São cinco episódios, com leituras e conversas com gente de diversas áreas, nos 80 anos das bombas atômicas. Às quintas-feiras, a partir de 10 de julho de 2025.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Especial Hiroshima é a segunda temporada do nosso podcast, a partir do lançamento de Hiroshima está em toda parte, livro de Günther Anders. São cinco episódios, com leituras e conversas com gente de diversas áreas, nos 80 anos das bombas atômicas. Às quintas-feiras, a partir de 10 de julho de 2025.</itunes:subtitle>
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      <title>#08 Ladislau Dowbor – Os desafios da revolução digital</title>
      <description><![CDATA[A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse oitavo e último episódio conversa com Ladislau Dowbor, autor de Os desafios da revolução digital: libertar o conhecimento para o bem comum (na Elefante, também lançou Resgatar a função social da economia: uma questão de dignidade humana).

Neste livro, Ladislau Dowbor dá continuidade ao esforço de compreender o funcionamento da economia contemporânea e seus níveis obscenos de desigualdade social, destruição ambiental e concentração de poder, resultando na corrosão acelerada da democracia e dos pressupostos que regeram o capitalismo no pós-guerra. Aliás, o autor defende que o termo “capitalismo” já não serve para descrever o sistema. Daí que denomine essa nova fase como “revolução digital”, na qual o conhecimento é o principal fator de produção — e o rentismo, o mecanismo de exploração por excelência. Além do diagnóstico, Dowbor oferece uma lista de desafios a serem enfrentados para combater os tempos sombrios que já chegaram. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
atualizações: http://editoraelefante.com.br

 

 
]]></description>
      <pubDate>Thu, 8 May 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
      <link>https://editoraelefante.com.br/podcast</link>
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      <itunes:author>Editora Elefante</itunes:author>
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Neste livro, Ladislau Dowbor dá continuidade ao esforço de compreender o funcionamento da economia contemporânea e seus níveis obscenos de desigualdade social, destruição ambiental e concentração de poder, resultando na corrosão acelerada da democracia e dos pressupostos que regeram o capitalismo no pós-guerra. Aliás, o autor defende que o termo “capitalismo” já não serve para descrever o sistema. Daí que denomine essa nova fase como “revolução digital”, na qual o conhecimento é o principal fator de produção — e o rentismo, o mecanismo de exploração por excelência. Além do diagnóstico, Dowbor oferece uma lista de desafios a serem enfrentados para combater os tempos sombrios que já chegaram.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse oitavo e último episódio conversa com Ladislau Dowbor, autor de Os desafios da revolução digital: libertar o conhecimento para o bem comum (na Elefante, também lançou Resgatar a função social da economia: uma questão de dignidade humana).

Neste livro, Ladislau Dowbor dá continuidade ao esforço de compreender o funcionamento da economia contemporânea e seus níveis obscenos de desigualdade social, destruição ambiental e concentração de poder, resultando na corrosão acelerada da democracia e dos pressupostos que regeram o capitalismo no pós-guerra. Aliás, o autor defende que o termo “capitalismo” já não serve para descrever o sistema. Daí que denomine essa nova fase como “revolução digital”, na qual o conhecimento é o principal fator de produção — e o rentismo, o mecanismo de exploração por excelência. Além do diagnóstico, Dowbor oferece uma lista de desafios a serem enfrentados para combater os tempos sombrios que já chegaram.</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>alternativas, indústria, capitalismo, economia, renda, sistema financeiro, conhecimento, digital, tecnologia</itunes:keywords>
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      <title>#07 Joana Salém Vasconcelos – Inquérito Paulo Freire</title>
      <description><![CDATA[A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse sétimo episódio conversa com Joana Salém Vasconcelos, organizadora de Inquérito Paulo Freire: a ditadura interroga o educador.

Em 1964, Paulo Freire foi preso duas vezes pelo 4o Exército. Na primeira, em 16 de junho (aniversário de sua esposa, Elza), foi levado de casa por dois soldados e permaneceu com paradeiro desconhecido por cerca de 24 horas. Oficiais chegaram a negar que Freire estivesse detido, mesmo com sua família tendo testemunhado a prisão. Depois, admitiram que ele estava encarcerado na Segunda Companhia da Guardas do Recife. […] Freire ficou preso por mais de setenta dias, entre junho e setembro de 1964, na Segunda Companhia da Guardas do Recife e na Cadeia de Olinda. Amargou o começo da prisão numa cela solitária, com apenas 60 centímetros de largura e 1,7 metro de comprimento, com “paredes de cimento áspero, [que] não dava para encostar o corpo” , como lembraria mais tarde. […] O primeiro interrogatório do tenente-coronel Hélio Ibiapina com Paulo Freire ocorreu em 1o de julho de 1964, quinze dias depois de sua “prisão para averiguação”. Constava no prontuário da Delegacia de Segurança Pública de Pernambuco que Freire “era um dos responsáveis pela subversão no campo da alfabetização de adultos” e que “essa subversão era executada com recursos financeiros do próprio governo federal, com ajuda da Aliança para o Progresso”. […] O segundo interrogatório registrado no IPM ocorreu em 16 de setembro, foi mais duro e mais breve. […] O Inquérito Policial Militar de Paulo Freire é um documento conhecido dos historiadores. Com este pequeno livro, o conteúdo integral dos dois interrogatórios aos quais foi submetido entra em circulação para um público mais amplo, integralmente revisado e com notas de contextualização. É uma fonte histórica que pode mobilizar uma interessante variedade de debates formativos que tratem, por exemplo, das formas da repressão na ditadura brasileira, do significado documental de um IPM, da situação de Pernambuco em 1964, das modalidades das acusações, do esquema mental dos opressores, da paranoia anticomunista dos golpistas e da natureza do medo do opressor frente à pedagogia freiriana — enfim, do tenso encontro, dentro de uma sala, entre dois projetos antagônicos de Brasil. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
atualizações: http://editoraelefante.com.br

 

 
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      <pubDate>Wed, 30 Apr 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
      <link>https://editoraelefante.com.br/podcast</link>
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      <itunes:author>Editora Elefante</itunes:author>
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Em 1964, Paulo Freire foi preso duas vezes pelo 4o Exército. Na primeira, em 16 de junho (aniversário de sua esposa, Elza), foi levado de casa por dois soldados e permaneceu com paradeiro desconhecido por cerca de 24 horas. Oficiais chegaram a negar que Freire estivesse detido, mesmo com sua família tendo testemunhado a prisão. Depois, admitiram que ele estava encarcerado na Segunda Companhia da Guardas do Recife. […] Freire ficou preso por mais de setenta dias, entre junho e setembro de 1964, na Segunda Companhia da Guardas do Recife e na Cadeia de Olinda. Amargou o começo da prisão numa cela solitária, com apenas 60 centímetros de largura e 1,7 metro de comprimento, com “paredes de cimento áspero, [que] não dava para encostar o corpo” , como lembraria mais tarde. […] O primeiro interrogatório do tenente-coronel Hélio Ibiapina com Paulo Freire ocorreu em 1o de julho de 1964, quinze dias depois de sua “prisão para averiguação”. Constava no prontuário da Delegacia de Segurança Pública de Pernambuco que Freire “era um dos responsáveis pela subversão no campo da alfabetização de adultos” e que “essa subversão era executada com recursos financeiros do próprio governo federal, com ajuda da Aliança para o Progresso”. […] O segundo interrogatório registrado no IPM ocorreu em 16 de setembro, foi mais duro e mais breve. […] O Inquérito Policial Militar de Paulo Freire é um documento conhecido dos historiadores. Com este pequeno livro, o conteúdo integral dos dois interrogatórios aos quais foi submetido entra em circulação para um público mais amplo, integralmente revisado e com notas de contextualização. É uma fonte histórica que pode mobilizar uma interessante variedade de debates formativos que tratem, por exemplo, das formas da repressão na ditadura brasileira, do significado documental de um IPM, da situação de Pernambuco em 1964, das modalidades das acusações, do esquema mental dos opressores, da paranoia anticomunista dos golpistas e da natureza do medo do opressor frente à pedagogia freiriana — enfim, do tenso encontro, dentro de uma sala, entre dois projetos antagônicos de Brasil.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse sétimo episódio conversa com Joana Salém Vasconcelos, organizadora de Inquérito Paulo Freire: a ditadura interroga o educador.

Em 1964, Paulo Freire foi preso duas vezes pelo 4o Exército. Na primeira, em 16 de junho (aniversário de sua esposa, Elza), foi levado de casa por dois soldados e permaneceu com paradeiro desconhecido por cerca de 24 horas. Oficiais chegaram a negar que Freire estivesse detido, mesmo com sua família tendo testemunhado a prisão. Depois, admitiram que ele estava encarcerado na Segunda Companhia da Guardas do Recife. […] Freire ficou preso por mais de setenta dias, entre junho e setembro de 1964, na Segunda Companhia da Guardas do Recife e na Cadeia de Olinda. Amargou o começo da prisão numa cela solitária, com apenas 60 centímetros de largura e 1,7 metro de comprimento, com “paredes de cimento áspero, [que] não dava para encostar o corpo” , como lembraria mais tarde. […] O primeiro interrogatório do tenente-coronel Hélio Ibiapina com Paulo Freire ocorreu em 1o de julho de 1964, quinze dias depois de sua “prisão para averiguação”. Constava no prontuário da Delegacia de Segurança Pública de Pernambuco que Freire “era um dos responsáveis pela subversão no campo da alfabetização de adultos” e que “essa subversão era executada com recursos financeiros do próprio governo federal, com ajuda da Aliança para o Progresso”. […] O segundo interrogatório registrado no IPM ocorreu em 16 de setembro, foi mais duro e mais breve. […] O Inquérito Policial Militar de Paulo Freire é um documento conhecido dos historiadores. Com este pequeno livro, o conteúdo integral dos dois interrogatórios aos quais foi submetido entra em circulação para um público mais amplo, integralmente revisado e com notas de contextualização. É uma fonte histórica que pode mobilizar uma interessante variedade de debates formativos que tratem, por exemplo, das formas da repressão na ditadura brasileira, do significado documental de um IPM, da situação de Pernambuco em 1964, das modalidades das acusações, do esquema mental dos opressores, da paranoia anticomunista dos golpistas e da natureza do medo do opressor frente à pedagogia freiriana — enfim, do tenso encontro, dentro de uma sala, entre dois projetos antagônicos de Brasil.</itunes:subtitle>
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      <title>#06 Fabricio Pereira da Silva – Em busca da comunidade</title>
      <description><![CDATA[A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse sexto episódio conversa com Fabricio Pereira da Silva, de Em busca da comunidade: caminhos do pensamento crítico no Sul global.

Como resposta ao generalizado mal-estar social, econômico e ecológico que são consequências da expansão da modernidade, Fabricio Pereira da Silva dá voz a uma busca que é bandeira há muito defendida pelas esquerdas: o anseio por um modo de vida mais justo, equânime, livre dos valores modernos de individualismo, exploração e crescimento econômico inconsequente e desmesurado, a partir do resgate e da releitura de formas de vida pré-capitalistas. Este livro é movido pela urgência de uma utopia que recupere as ideias de comunalidade gestadas na periferia global para inspirar outro tipo de futuro. Em busca da comunidade apresenta um rol de perspectivas teóricas criadas no chamado Sul global, com o intuito de superar uma “monocultura de saberes”. Fabricio Pereira da Silva analisa o socialismo indo-americano de Mariátegui, os conceitos de negritude e de ubuntu, os socialismos africanos do século XX, a ideia de Bem Viver (sumak kawsay/suma qamaña) e a felicidade interna bruta do Butão. Ao “ilustrar a riqueza das propostas da periferia”, o autor nos oferece recursos teóricos outros, capazes de fazer frente à “crise da modernidade, à crise do marxismo ocidental e dos projetos socialistas em chave modernista”. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 24 Apr 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
      <link>https://editoraelefante.com.br/podcast</link>
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      <itunes:title>#06 Fabricio Pereira da Silva – Em busca da comunidade</itunes:title>
      <itunes:author>Editora Elefante</itunes:author>
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      <itunes:summary>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse sexto episódio conversa com Fabricio Pereira da Silva, de Em busca da comunidade: caminhos do pensamento crítico no Sul global.

Como resposta ao generalizado mal-estar social, econômico e ecológico que são consequências da expansão da modernidade, Fabricio Pereira da Silva dá voz a uma busca que é bandeira há muito defendida pelas esquerdas: o anseio por um modo de vida mais justo, equânime, livre dos valores modernos de individualismo, exploração e crescimento econômico inconsequente e desmesurado, a partir do resgate e da releitura de formas de vida pré-capitalistas. Este livro é movido pela urgência de uma utopia que recupere as ideias de comunalidade gestadas na periferia global para inspirar outro tipo de futuro. Em busca da comunidade apresenta um rol de perspectivas teóricas criadas no chamado Sul global, com o intuito de superar uma “monocultura de saberes”. Fabricio Pereira da Silva analisa o socialismo indo-americano de Mariátegui, os conceitos de negritude e de ubuntu, os socialismos africanos do século XX, a ideia de Bem Viver (sumak kawsay/suma qamaña) e a felicidade interna bruta do Butão. Ao “ilustrar a riqueza das propostas da periferia”, o autor nos oferece recursos teóricos outros, capazes de fazer frente à “crise da modernidade, à crise do marxismo ocidental e dos projetos socialistas em chave modernista”.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse sexto episódio conversa com Fabricio Pereira da Silva, de Em busca da comunidade: caminhos do pensamento crítico no Sul global.

Como resposta ao generalizado mal-estar social, econômico e ecológico que são consequências da expansão da modernidade, Fabricio Pereira da Silva dá voz a uma busca que é bandeira há muito defendida pelas esquerdas: o anseio por um modo de vida mais justo, equânime, livre dos valores modernos de individualismo, exploração e crescimento econômico inconsequente e desmesurado, a partir do resgate e da releitura de formas de vida pré-capitalistas. Este livro é movido pela urgência de uma utopia que recupere as ideias de comunalidade gestadas na periferia global para inspirar outro tipo de futuro. Em busca da comunidade apresenta um rol de perspectivas teóricas criadas no chamado Sul global, com o intuito de superar uma “monocultura de saberes”. Fabricio Pereira da Silva analisa o socialismo indo-americano de Mariátegui, os conceitos de negritude e de ubuntu, os socialismos africanos do século XX, a ideia de Bem Viver (sumak kawsay/suma qamaña) e a felicidade interna bruta do Butão. Ao “ilustrar a riqueza das propostas da periferia”, o autor nos oferece recursos teóricos outros, capazes de fazer frente à “crise da modernidade, à crise do marxismo ocidental e dos projetos socialistas em chave modernista”.</itunes:subtitle>
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      <title>#05 Fabio Luis Barbosa – América Latina</title>
      <description><![CDATA[A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse quinto episódio conversa com Fabio Luis Barbosa dos Santos, autor e organizador de diversos livros na casa, e que trata aqui da política de esquerda e progressista na América Latina.

Fabio é autor de "O médico e o monstro: uma leitura do progressismo latino-americano e seus opostos", em parceria com Daniel Feldmann. Aqui na Elefante, Fabio também é autor de "Além do PT" e "Uma história da onda progressista sul-americana", além de co-organizador de "Cuba no século XXI", "México e os desafios do progressismo tardio", "Fronteiras da dependência: Uruguai e Paraguai" e "Entre a utopia e o cansaço: pensar Cuba na atualidade". Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
atualizações: http://editoraelefante.com.br

 

 
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      <pubDate>Thu, 17 Apr 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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Fabio é autor de &quot;O médico e o monstro: uma leitura do progressismo latino-americano e seus opostos&quot;, em parceria com Daniel Feldmann. Aqui na Elefante, Fabio também é autor de &quot;Além do PT&quot; e &quot;Uma história da onda progressista sul-americana&quot;, além de co-organizador de &quot;Cuba no século XXI&quot;, &quot;México e os desafios do progressismo tardio&quot;, &quot;Fronteiras da dependência: Uruguai e Paraguai&quot; e &quot;Entre a utopia e o cansaço: pensar Cuba na atualidade&quot;.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse quinto episódio conversa com Fabio Luis Barbosa dos Santos, autor e organizador de diversos livros na casa, e que trata aqui da política de esquerda e progressista na América Latina.

Fabio é autor de &quot;O médico e o monstro: uma leitura do progressismo latino-americano e seus opostos&quot;, em parceria com Daniel Feldmann. Aqui na Elefante, Fabio também é autor de &quot;Além do PT&quot; e &quot;Uma história da onda progressista sul-americana&quot;, além de co-organizador de &quot;Cuba no século XXI&quot;, &quot;México e os desafios do progressismo tardio&quot;, &quot;Fronteiras da dependência: Uruguai e Paraguai&quot; e &quot;Entre a utopia e o cansaço: pensar Cuba na atualidade&quot;.</itunes:subtitle>
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      <title>#04 Rafael Domingos Oliveira – Gaza no coração</title>
      <description><![CDATA[A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse quarto episódio trata de Gaza no coração: história, resistência e solidariedade na Palestina, num papo com o organizador Rafael Domingos Oliveira.

Gaza é, de alguma forma, o centro do mundo. E este livro se situa nesse campo, ao perseguir a realidade dos fatos e, ao mesmo tempo, oferecer subsídios para a desconstrução da interpretação hegemonicamente aceita que tem justificado o genocídio dos palestinos há 76 anos, ocasionando a pior de todas as crises: a crise de humanidade. Com o título inspirado no livro de poemas publicado pelo chileno Pablo Neruda em 1937 para tratar dos horrores da Guerra Civil Espanhola, Gaza no coração nasce de um sentimento de profunda angústia, mas também de um desejo poderoso de esperança e justiça. Por essa razão, a solidariedade é o fio condutor dos capítulos que formam a coletânea — e foi o tema gerador das reflexões desenvolvidas pelas autoras e autores. O resultado é um livro que trata de aspectos centrais da história do povo palestino, ao mesmo tempo que revela os fundamentos de sua histórica resistência. Um livro que é, para todas as pessoas envolvidas, uma obrigação moral, um compromisso ético e uma declaração de esperança. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 10 Apr 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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      <itunes:summary>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse quarto episódio trata de Gaza no coração: história, resistência e solidariedade na Palestina, num papo com o organizador Rafael Domingos Oliveira.

Gaza é, de alguma forma, o centro do mundo. E este livro se situa nesse campo, ao perseguir a realidade dos fatos e, ao mesmo tempo, oferecer subsídios para a desconstrução da interpretação hegemonicamente aceita que tem justificado o genocídio dos palestinos há 76 anos, ocasionando a pior de todas as crises: a crise de humanidade. Com o título inspirado no livro de poemas publicado pelo chileno Pablo Neruda em 1937 para tratar dos horrores da Guerra Civil Espanhola, Gaza no coração nasce de um sentimento de profunda angústia, mas também de um desejo poderoso de esperança e justiça. Por essa razão, a solidariedade é o fio condutor dos capítulos que formam a coletânea — e foi o tema gerador das reflexões desenvolvidas pelas autoras e autores. O resultado é um livro que trata de aspectos centrais da história do povo palestino, ao mesmo tempo que revela os fundamentos de sua histórica resistência. Um livro que é, para todas as pessoas envolvidas, uma obrigação moral, um compromisso ético e uma declaração de esperança.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse quarto episódio trata de Gaza no coração: história, resistência e solidariedade na Palestina, num papo com o organizador Rafael Domingos Oliveira.

Gaza é, de alguma forma, o centro do mundo. E este livro se situa nesse campo, ao perseguir a realidade dos fatos e, ao mesmo tempo, oferecer subsídios para a desconstrução da interpretação hegemonicamente aceita que tem justificado o genocídio dos palestinos há 76 anos, ocasionando a pior de todas as crises: a crise de humanidade. Com o título inspirado no livro de poemas publicado pelo chileno Pablo Neruda em 1937 para tratar dos horrores da Guerra Civil Espanhola, Gaza no coração nasce de um sentimento de profunda angústia, mas também de um desejo poderoso de esperança e justiça. Por essa razão, a solidariedade é o fio condutor dos capítulos que formam a coletânea — e foi o tema gerador das reflexões desenvolvidas pelas autoras e autores. O resultado é um livro que trata de aspectos centrais da história do povo palestino, ao mesmo tempo que revela os fundamentos de sua histórica resistência. Um livro que é, para todas as pessoas envolvidas, uma obrigação moral, um compromisso ético e uma declaração de esperança.</itunes:subtitle>
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      <title>#03 Luma Ribeiro Prado – Cativas litigantes</title>
      <description><![CDATA[A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse terceiro episódio trata de Cativas litigantes: demandas indígenas por liberdade na Amazônia portuguesa (1706-1759), num papo com a autora Luma Ribeiro Prado.

Este livro revela que os povos originários da terra a que hoje chamamos Brasil há muito tempo recorrem à justiça como uma das arenas possíveis de luta contra o avanço da colonização sobre seus corpos e territórios. Quem ainda se surpreende com advogados indígenas defendendo os “parentes” nas mais altas instâncias judiciais do país e do mundo devia saber que seus antepassados já moviam processos nas cortes coloniais desde pelo menos o século xviii, recorrendo das decisões, se preciso, até que o assunto fosse apreciado pelo rei de Portugal. Eis as “cativas litigantes” descritas nestas páginas: indígenas, sobretudo mulheres, que foram aos tribunais da época com o objetivo de libertar a si e a seus familiares da escravidão a que estavam submetidas nas regiões do Pará e do Maranhão — e, na maioria das vezes, conseguiram. Com esta premiada pesquisa, Luma Ribeiro Prado ilumina questões pouco conhecidas da história dos povos ancestrais e do protagonismo das mulheres indígenas em um incessante e admirável processo de resistência ao apagamento. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 3 Apr 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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Este livro revela que os povos originários da terra a que hoje chamamos Brasil há muito tempo recorrem à justiça como uma das arenas possíveis de luta contra o avanço da colonização sobre seus corpos e territórios. Quem ainda se surpreende com advogados indígenas defendendo os “parentes” nas mais altas instâncias judiciais do país e do mundo devia saber que seus antepassados já moviam processos nas cortes coloniais desde pelo menos o século xviii, recorrendo das decisões, se preciso, até que o assunto fosse apreciado pelo rei de Portugal. Eis as “cativas litigantes” descritas nestas páginas: indígenas, sobretudo mulheres, que foram aos tribunais da época com o objetivo de libertar a si e a seus familiares da escravidão a que estavam submetidas nas regiões do Pará e do Maranhão — e, na maioria das vezes, conseguiram. Com esta premiada pesquisa, Luma Ribeiro Prado ilumina questões pouco conhecidas da história dos povos ancestrais e do protagonismo das mulheres indígenas em um incessante e admirável processo de resistência ao apagamento.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse terceiro episódio trata de Cativas litigantes: demandas indígenas por liberdade na Amazônia portuguesa (1706-1759), num papo com a autora Luma Ribeiro Prado.

Este livro revela que os povos originários da terra a que hoje chamamos Brasil há muito tempo recorrem à justiça como uma das arenas possíveis de luta contra o avanço da colonização sobre seus corpos e territórios. Quem ainda se surpreende com advogados indígenas defendendo os “parentes” nas mais altas instâncias judiciais do país e do mundo devia saber que seus antepassados já moviam processos nas cortes coloniais desde pelo menos o século xviii, recorrendo das decisões, se preciso, até que o assunto fosse apreciado pelo rei de Portugal. Eis as “cativas litigantes” descritas nestas páginas: indígenas, sobretudo mulheres, que foram aos tribunais da época com o objetivo de libertar a si e a seus familiares da escravidão a que estavam submetidas nas regiões do Pará e do Maranhão — e, na maioria das vezes, conseguiram. Com esta premiada pesquisa, Luma Ribeiro Prado ilumina questões pouco conhecidas da história dos povos ancestrais e do protagonismo das mulheres indígenas em um incessante e admirável processo de resistência ao apagamento.</itunes:subtitle>
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      <title>#02 Paulo César Ramos – Gramática negra contra a violência de Estado</title>
      <description><![CDATA[A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse segundo episódio trata de Gramática negra contra a violência de Estado: da discriminação racial ao genocídio negro (1978-2018), num papo com Paulo César Ramos.

Neste livro, Paulo César Ramos mergulha em acervos de organizações e de militantes do movimento negro para compreender as ideias mobilizadas ao longo dos anos para fazer frente à violência de Estado, especialmente aquela que se expressa nas ruas das grandes cidades brasileiras por meio da brutalidade policial — que apenas cresceu após o fim da ditadura. Ao descrever como as palavras de ordem foram mudando — de “discriminação racial”, nos anos 1970 e 1980, para “violência racial” nos anos 1990, até chegar às denúncias de “genocídio negro”, nos anos 2000 —, o autor aponta a radicalização do protesto negro e o acúmulo político das organizações negras, além de demonstrar como pautas de “interesse geral” — Diretas Já, Constituinte, eleições e processos de impeachment, além de discordâncias internas diante de governos progressistas — acabaram diluindo as ondas de protesto surgidas no transcurso das décadas, impossibilitando mudanças estruturais contra a morte sistemática da população negra. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 27 Mar 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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Neste livro, Paulo César Ramos mergulha em acervos de organizações e de militantes do movimento negro para compreender as ideias mobilizadas ao longo dos anos para fazer frente à violência de Estado, especialmente aquela que se expressa nas ruas das grandes cidades brasileiras por meio da brutalidade policial — que apenas cresceu após o fim da ditadura. Ao descrever como as palavras de ordem foram mudando — de “discriminação racial”, nos anos 1970 e 1980, para “violência racial” nos anos 1990, até chegar às denúncias de “genocídio negro”, nos anos 2000 —, o autor aponta a radicalização do protesto negro e o acúmulo político das organizações negras, além de demonstrar como pautas de “interesse geral” — Diretas Já, Constituinte, eleições e processos de impeachment, além de discordâncias internas diante de governos progressistas — acabaram diluindo as ondas de protesto surgidas no transcurso das décadas, impossibilitando mudanças estruturais contra a morte sistemática da população negra.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, e esse segundo episódio trata de Gramática negra contra a violência de Estado: da discriminação racial ao genocídio negro (1978-2018), num papo com Paulo César Ramos.

Neste livro, Paulo César Ramos mergulha em acervos de organizações e de militantes do movimento negro para compreender as ideias mobilizadas ao longo dos anos para fazer frente à violência de Estado, especialmente aquela que se expressa nas ruas das grandes cidades brasileiras por meio da brutalidade policial — que apenas cresceu após o fim da ditadura. Ao descrever como as palavras de ordem foram mudando — de “discriminação racial”, nos anos 1970 e 1980, para “violência racial” nos anos 1990, até chegar às denúncias de “genocídio negro”, nos anos 2000 —, o autor aponta a radicalização do protesto negro e o acúmulo político das organizações negras, além de demonstrar como pautas de “interesse geral” — Diretas Já, Constituinte, eleições e processos de impeachment, além de discordâncias internas diante de governos progressistas — acabaram diluindo as ondas de protesto surgidas no transcurso das décadas, impossibilitando mudanças estruturais contra a morte sistemática da população negra.</itunes:subtitle>
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      <title>#01 Fábio Alkmin – Geografia da autonomia</title>
      <description><![CDATA[A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, começando com uma entrevista sobre Geografia da autonomia: a experiência territorial zapatista em Chiapas, México, num papo com Fábio M. Alkmin.

Geografia da autonomia nos permite estabelecer um diálogo-ponte entre as autonomias em Chiapas e muitos dos processos conduzidos pelos povos originários latino-americanos: de Cherán ao Wall Mapu, dos Purépecha aos Mapuche, passando pela Amazônia peruana e brasileira, pelos cabildos nasa e misak no sul da Colômbia e por uma quantidade incalculável de experiências nos mais remotos rincões do continente. A pesquisa que sustenta este livro faz parte da ruptura epistêmica promovida por quem toma o partido dos povos, sem por isso abrir mão do rigor analítico. Trata-se de uma opção ética, mais necessária do que nunca nestes momentos tão difíceis para a humanidade. Assim, estas páginas ajudam a iluminar o caminho das autonomias que fazem deste planeta um lugar onde é possível viver bem. Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas
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      <pubDate>Thu, 20 Mar 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
      <link>https://editoraelefante.com.br/podcast</link>
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      <itunes:title>#01 Fábio Alkmin – Geografia da autonomia</itunes:title>
      <itunes:author>Editora Elefante</itunes:author>
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      <itunes:summary>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, começando com uma entrevista sobre Geografia da autonomia: a experiência territorial zapatista em Chiapas, México, num papo com Fábio M. Alkmin.

Geografia da autonomia nos permite estabelecer um diálogo-ponte entre as autonomias em Chiapas e muitos dos processos conduzidos pelos povos originários latino-americanos: de Cherán ao Wall Mapu, dos Purépecha aos Mapuche, passando pela Amazônia peruana e brasileira, pelos cabildos nasa e misak no sul da Colômbia e por uma quantidade incalculável de experiências nos mais remotos rincões do continente. A pesquisa que sustenta este livro faz parte da ruptura epistêmica promovida por quem toma o partido dos povos, sem por isso abrir mão do rigor analítico. Trata-se de uma opção ética, mais necessária do que nunca nestes momentos tão difíceis para a humanidade. Assim, estas páginas ajudam a iluminar o caminho das autonomias que fazem deste planeta um lugar onde é possível viver bem.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A primeira temporada do Elefante na Sala traz uma série de conversas com autores da casa, começando com uma entrevista sobre Geografia da autonomia: a experiência territorial zapatista em Chiapas, México, num papo com Fábio M. Alkmin.

Geografia da autonomia nos permite estabelecer um diálogo-ponte entre as autonomias em Chiapas e muitos dos processos conduzidos pelos povos originários latino-americanos: de Cherán ao Wall Mapu, dos Purépecha aos Mapuche, passando pela Amazônia peruana e brasileira, pelos cabildos nasa e misak no sul da Colômbia e por uma quantidade incalculável de experiências nos mais remotos rincões do continente. A pesquisa que sustenta este livro faz parte da ruptura epistêmica promovida por quem toma o partido dos povos, sem por isso abrir mão do rigor analítico. Trata-se de uma opção ética, mais necessária do que nunca nestes momentos tão difíceis para a humanidade. Assim, estas páginas ajudam a iluminar o caminho das autonomias que fazem deste planeta um lugar onde é possível viver bem.</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>fabio alkmin, geografia da autonomia, editora elefante, zapatismo</itunes:keywords>
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      <title>Teaser</title>
      <description><![CDATA[<p>A Editora Elefante agora tem também um podcast: Elefante na Sala. Nossos episódios irão ao ar às quintas-feiras, nos principais tocadores e também no Youtube. Acesse nosso <a href="https://editoraelefante.com.br/">site</a> para esse e outros conteúdos e assine nossa newsletter para ser lembrado dos próximos episódios. E se gostar, não esqueça de recomendar, seja o algoritmo contra-hegemônico que precisamos e ajude a circular este e outros conteúdos!</p>
<p><p>Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas atualizações: http://editoraelefante.com.br</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p></p>]]></description>
      <pubDate>Thu, 13 Mar 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
      <author>conteudo@editoraelefante.com.br (Editora Elefante)</author>
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<p><p>Acesse o site e assine nossa newsletter para receber as próximas atualizações: http://editoraelefante.com.br</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p></p>]]></content:encoded>
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      <itunes:duration>00:01:24</itunes:duration>
      <itunes:summary>Novo podcast no ar: Elefante na Sala. Uma série de entrevistas com autores da casa. 
A estreia do primeiro episódio está marcada para dia 20 de março de 2025. 
Ative o sininho para não perder as próximas atualizações!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Novo podcast no ar: Elefante na Sala. Uma série de entrevistas com autores da casa. 
A estreia do primeiro episódio está marcada para dia 20 de março de 2025. 
Ative o sininho para não perder as próximas atualizações!</itunes:subtitle>
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